Sensibilidade à luz: dicas para melhorar essa condição

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sensibilidade à luz

Sabe aquela sensação de que os olhos simplesmente não conseguem abrir quando acordamos logo pela manhã? Principalmente quando o dia já está claro lá fora. Ou ainda, quando tentamos olhar pela janela e o lacrimejamento acontece de forma excessiva.

Essas duas situações ilustram bem uma condição que chamamos de fotofobia, ou sensibilidade à luz. Os sintomas mais comuns são o fechamento involuntário das pálpebras, lacrimejamento excessivo, e até mesmo ardência e um forte desconforto nos olhos. Mas você sabe como evitar ou até melhorar essa condição?

Veja agora como diminuir os sintomas da sensibilidade à luz e melhorar essa condição de uma vez por todas.

Entenda o motivo por trás da sensibilidade à luz

A fotofobia não é considerada uma doença ocular. Na realidade, essa é uma condição que pode ser passageira provocada por um fator externo específico; pode ser um sintoma de uma doença ocular; pode ser um sintoma de condições neurológicas, como a enxaqueca, por exemplo; uma consequência de tratamentos médicos, tanto pelo uso de medicamento, quanto no pós operatório; ou ainda uma condição genética, como é o caso do albinismo.

Como você pode perceber, existem inúmeras variáveis que podem provocar a sensibilidade à luz. Por isso, mais que procurar por um tratamento dessa condição, é importante entender o que está por trás desse desconforto. Por exemplo, a fotofobia é muito comum nos momentos de recuperação durante o pós operatório. Independentemente disso, o paciente deve sempre se comunicar com o médico, informá-lo sobre os desconfortos e, acima de tudo, manter as orientações de cuidado após a cirurgia para que a cicatrização aconteça como esperado.

sensibilidade à luz

Procure o atendimento médico

A sensibilidade à luz ao acordar é muito comum. E também é natural que o olho se acostume com a incidência de luz — natural ou artificial — em poucos minutos. Mas quando esse não é o caso, tanto na persistência da fotofobia, quanto na frequência que ela acontece em situações rotineiras, é preciso procurar assistência médica.

A partir da sua queixa, o médico oftalmologista entenderá o contexto no qual esse sintoma aparece. Isto é, ele fará perguntas para entender as situações nas quais o paciente se encontrava quando a sensibilidade à luz se manifestou, e também fará exames para entender se existe alguma causa fisiológica por trás desse quadro. Somente a partir daí ele poderá determinar as razões da fotofobia e como melhorar o desconforto do paciente.

Quando a fotofobia é um sinal de que algo está muito errado

Existem alguns quadros nos quais a sensibilidade à luz exige atenção médica imediata e tratamento rápido. São aquelas nas quais ela vem acompanhada de outros sintomas que, juntos, indicam a presença de doenças graves. É o caso da meningite, por exemplo, que também tem sintomas como manchas na região do abdome, febre alta e dores por todo o corpo, músculos e juntas.

Também pode ser um sinal de que há uma condição neurológica por trás da sensibilidade à luz. É muito comum que pacientes que sofrem de enxaquecas experimentem a fotofobia antes das crises e também durante. Nesse caso, o médico oftalmologista indicará um colega neurologista para que juntos possam investigar o quadro do paciente e propor a melhor solução.

A sensibilidade à luz é bastante comum, principalmente quando passamos muito tempo no escuro ou com olhos fechados. Mas o natural é que eles voltem a funcionar perfeitamente depois de alguns minutos piscando repetidas vezes. Se você sente a fotofobia quando as fontes de luz parecem mais fortes que o normal, ou junto com outros sintomas estranhos, consulte um médico o mais rápido possível.

Ficou com alguma dúvida? Use a nossa caixa de comentários para fazer suas perguntas sobre sensibilidade à luz!

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